[:pb]No último artigo sobre Geração Distribuída (GD), escrevemos a respeito da representatividade dessa modalidade na matriz elétrica nacional: a GD representava, em Novembro/2018, menos de 0,35% da potência instalada no Brasil, sendo predominantemente (mais de 80%) de fonte solar fotovoltaica – segundo dados extraídos da base da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL).

A ANEEL concede o registro das unidades apenas às concessionárias ou permissionárias de distribuição, por meio do Sistema de Registro de Geração Distribuída (SISGD).

Neste artigo vamos entender onde (em quais unidades federativas) estão localizadas essas instalações, e citar algumas motivações para tal.

A GD se desenvolveu até agora, fundamentalmente, em tecnologia solar fotovoltaica, e na modalidade geração na própria UC conforme gráfico a seguir, cujos dados foram extraídos do SISGD.

 

A principal característica da modalidade de geração na própria UC é que a energia é gerada e consumida localmente – por exemplo, a instalação de painéis fotovoltaicos em telhados de casas, é um típico exemplo desta modalidade (para entender mais sobre as modalidades de GD, clique aqui) .

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Assim, seria lógico esperar que os estados com maior proporção / disponibilidade de telhados, tenham absorvido um maior crescimento. No entanto, esta não é a única variável que impacta no crescimento da GD – existem muitas outras particularidades regionais que poderiam eventualmente impactar. O gráfico abaixo expõe a distribuição geográfica da GD no Brasil.

Fonte: Aneel 

Primeiramente, observa-se Minas Gerais com um grande destaque de 159MW, representando quase 25% de toda a potência instalada em GD, seguida pelo Rio Grande do Sul com 93MW (14%) e por São Paulo com 70MW (pouco mais de 10% de toda a potência instalada de GD).

 

E quais são algumas das variáveis que podem impactar a evolução da GD e a diferenciação de cenários de um Estado para outro?

 

Bem, este artigo não tem a pretensão de listar todas as variáveis possíveis, nem verificar a existência real de correlação. No entanto, podemos pensar em algumas diferenças de cada região, como por exemplo: a irradiação solar local (potencial de geração de energia elétrica), as tarifas cobradas pelas distribuidoras de energia elétrica, a existência de linhas de financiamento compatíveis e a isenção da cobrança de tributos estaduais, fatores esses que favorecem a GD.

Deste modo, cabe considerar que um Estado que tenha maior proporção / disponibilidade de telhados, com uma alta irradiação solar, combinado a uma tarifa de custo elevado da distribuidora local, com boas linhas de financiamento (juros baixos e bons prazos de amortização), e com isenção de tributação, apresente tendência mais favorável ao desenvolvimento da geração distribuída. Ao contrário, Estados que apresentem cenário oposto, poderão ter seu potencial de desenvolvimento de GD reduzido.

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