Existem muitas dúvidas a respeito do “novo normal”, termo que começou a ser abordado há alguns meses, quando ainda não conhecíamos as consequências do Coronavírus. Antes do surgimento da Covid-19, o mundo já se via preso à várias crises simultâneas. A chegada da pandemia, sem dúvida, acelerou uma mudança de paradigma. De fato, algumas dessas mudanças já estavam em andamento e, com essa nova realidade, poderão ter resultados melhores e mais sustentáveis. Fato é que as nações estão investindo bilhões de dólares para combater a pandemia, amortecer as consequências iniciais da crise e ajudar as empresas a se manterem vivas. Para que, então, muitos negócios que por ora estão fechados, possam reabrir suas portas e retomar suas atividades e processos produtivos. Tudo de forma gradual e com toda segurança aos funcionários, clientes e fornecedores.

A adoção emergencial do home office por diversas empresas, como uma das medidas para reduzir o contágio do Coronavírus, provocou uma mudança nas culturas organizacionais. Empresas que têm operação em sua grande parte manual e sem processos digitais, como resultado, tendem a se digitalizar, escrever e reestruturar os processos, melhorando sua performance e seus resultados. Diante disso podemos dizer que o home office parece ser um caminho sem volta.

A experiência forçada pela qual algumas instituições estão passando, precisando realizar atividades à distância, está levando muitos a declararem adesão ao modelo. Mesmo que após o fim da obrigatoriedade do distanciamento social em algumas regiões do Brasil e do mundo. 

O home office, com seus processos de trabalho digitais e tecnológico se mostrou efetivo. Aliado a isso, contribui para tirar carros da rua, desafogar o transporte público e mobilizar a economia de uma outra forma. 

O futuro foi acelerado pelos últimos acontecimentos e a grande pergunta é: estamos preparados para ele?

Ademais, essas mudanças, que também aconteceram na vida de pessoas, empresas e cidades, irão alterar antigos hábitos da nossa sociedade. Por isso, é necessário discutir soluções que nos preparem para as demandas deste “novo normal”. A necessidade de reconfiguração se torna evidente e inevitável e a inovação passa a ser um artigo de primeira necessidade, não só para processos como também para modelos de negócio. 

A nova realidade afetou os segmentos industriais de formas muito diferentes. Mas ficou claro que todas as empresas precisam se reinventar e essa adaptação passa pela transformação digital. 

Como o mercado de energia irá se preparar para o novo normal?

A Ecom Energia investe cada vez mais em tecnologia, inovação aberta e novas formas de trabalho a fim de atender com rapidez e excelência aos seus clientes, e diante deste cenário, isso fez toda a diferença, permitindo que 100% da empresa entrasse em home office num tempo recorde de dois dias.

Com a pandemia, outra nítida mudança foi a redução no consumo de energia em todo o território nacional, devido às medidas de combate à Covid-19. A retração chegou a 12,1%, quando comparado ao mesmo período de 2019, e isso fez com que os preços de curto prazo e futuro reduzissem significativamente. Para o período de 2021 em diante observamos uma queda de até 29%, comparado ao período que antecedeu à pandemia.

Essa redução abriu uma janela de oportunidade para contratação de energia, e o time de especialistas da Ecom Energia, mesmo em home office, estava totalmente capacitado para atuar junto às necessidades de contratação de energia dos clientes, além de auxiliar ativamente na revisão dos contratos existentes.

Estamos cada vez mais preparados tecnológica e estrategicamente para auxiliar a sua empresa a superar esse momento delicado. Quer saber como? Fale com os nossos especialistas.