De fato, no passado, pensava-se que sustentabilidade era, fundamentalmente, responsabilidade com o meio ambiente e ações conscientes, como o uso de papel reciclado e a separação de lixo orgânico do reciclável.

Viver em um momento de pandemia, assim como o que estamos passando agora, também nos faz refletir e repensar sobre a finitude dos recursos naturais, resgatando e redefinindo assim a ideia desse conceito.

A sustentabilidade em seu conceito atual, está relacionada a três grandes pilares: Economia, Sociedade e Ambiente, de tal forma que todos estão inter-relacionados.

Portanto, o foco deste artigo é fazer um paralelo entre as premissas do conceito de Sustentabilidade e as novas necessidades corporativas, seja das empresas, seja dos profissionais.

Dentro do universo corporativo, a noção complementar de sustentabilidade é a prosperidade. Ao passo que, para uma empresa se manter perene e preservar sua existência, é essencial uma relação de equilíbrio entre líderes, colaboradores, acionistas e stakeholders.

Ser sustentável tem a ver com oferecer melhores condições de trabalho, ter um modelo de negócios baseado em melhores práticas, ter um posicionamento estratégico claro e uma liderança trabalhando em prol do coletivo, gerar e oferecer soluções de impacto social, entre outras atitudes. Por isso, um modelo de negócios visando seu legado para o mundo, é a grande sacada deste futuro – que já começou.

De acordo com um artigo da Box 1824, empresa de pesquisa de comportamento do consumidor e tendências, o Consumo Social, será uma nova tendência para os próximos tempos. Em conclusão, isso quer dizer que em uma crise econômica, as empresas devem se mobilizar para atuar de forma mais responsável e impactar positivamente a sociedade.

Por consequência, a Economia Regenerativa desponta como novo modelo econômico, incentivando as empresas a serem mais relevantes em um mundo cada vez mais complexo.

Como a Ecom contribui com a sustentabilidade?

Nestes novos tempos, a Ecom Energia revisitou e aperfeiçoou sua política de análise de crédito, buscando escolher melhor as contrapartes que faz negócio, mantendo maior equilíbrio de toda a cadeia, apoiando clientes e fornecedores a prosperar e alavancar seus negócios.

Isso vale para empresas, mas também vale para pessoas, considerando os novos comportamentos e habilidades que serão valorizados daqui para a frente.

Ser criativo, resolver problemas complexos, ter inteligência emocional, comunicação assertiva, habilidade de negociação e influência, são algumas das chamadas habilidades do futuro – que, de fato, chegou às pressas e sem aviso prévio.

Os profissionais devem estar mais preparados para enfrentar as vulnerabilidades do mercado e aptos a lidar com mudanças e transformações repentinas.

A pandemia da Covid-19 trouxe uma “parada estratégica” para reflexão dos segmentos de mercado e suas cadeias produtivas e/ou de serviços, o que influenciou tanto o âmbito profissional como o pessoal, como nossa relação com os recursos naturais existentes e nossos hábitos e estilo de vida.

Em resumo, ser sustentável vai muito além de ser ecologicamente correto, é manter a circularidade do sistema com foco nas pessoas – inclusive na economia – e no planeta.